25 maneiras de lidar com as crianças - Bem Estar e Saúde

25 maneiras de lidar com as crianças

Atenção a cada um destes detalhes, já que isso pode influenciar (e muito!) na personalidade delas.

1 – Não rotule seu filho de pestinha, chato, lerdo ou outro adjetivo agressivo, mesmo que de brincadeira. Isso fará com que ele se torne realmente isso.

2 – Não diga apenas sim. Os nãos e porquês fazem parte da relação de amizade que os pais querem construir com os filhos.

3 – Não pergunte à criança se ela quer fazer uma atividade obrigatória ou ir a um evento indispensável. Diga apenas que agora é a hora de fazer.

4 – Não mande a criança parar de chorar. Se for o caso, pergunte o motivo do choro ou apenas peça que mantenha a calma, ensinando assim a lidar com suas emoções.

5 – Não diga que a injeção não vai doer, porque você sabe que vai doer. A menos que seja gotinha, diga que será rápido ou apenas uma picadinha, mas não engane.

6 – Não diga palavrões. Seu filho vai repetir as palavras que ouvir de você ou de pessoas próximas se isto for um hábito.

7 – Não ria do erro da criança. Fazer piada com mau comportamento ou erros na troca de letras pode inibir o desenvolvimento saudável.

8 – Não diga mentiras. Todos os comportamentos dos pais são aprendidos pelos filhos e servem de espelho.

9 – Não diga que foi apenas um pesadelo e mande voltar para a cama. As crianças têm dificuldade de separar o mundo real do imaginário. Quando acontecer um sonho ruim, acalme seu filho e leve-o para a cama, fazendo companhia até dormir.

10 – Nunca diga que vai embora se não for obedecido. Ameaças e chantagens nunca são saudáveis.

11 – Quando um elogio é seguido imediatamente por um “mas”, coloca o foco no negativo. O elogio se perde e a motivação com ele obtida também.

12 – Quando os pais tendem a acreditar que seus filhos são gênios e alimentar elevadas expectativas, dando a elas exagerada ênfase, podem obter um resultado contrário ao desejado.

13 – Independente do que a criança fez, é essencial manter a calma. Além de evitar arrependimentos por coisas que “não deveriam ser ditas”, ao manter a calma estamos dando um exemplo positivo.

14 – Quando se trata de induzir as crianças a comer uma dieta saudável, concentre-se nos benefícios e nos sabores deliciosos dos alimentos. Nunca mencione o peso a uma criança. Isso poderá afetar negativamente sua auto estima.

15 – Não diga às crianças que determinados alimentos são saudáveis. Diga-lhes como são saborosos e que é divertido trocar de alimentos.

16 – Não critique a si mesma na presença de seus filhos. Para eles você é a pessoa mais incrível do mundo e eles se consideram semelhantes a você. Criticar-se na presença deles fará com que eles se sintam muito mal, segundo pesquisadores de Notre Dame.

17 – Nunca conte a amigos sobre extravagâncias que porventura tenha cometido no passado (bebedeiras, rachas, etc) na presença de seus filhos. E, se, por acaso eles ouvirem algo desta natureza de alguém próximo (amigos, parentes), explique-lhes, em separado e calmamente, porque não se deve fazer.

18 – É importante permitir que as crianças chorem e mostrem suas emoções e frustrações. Eles precisam saber que é bom se sentir feliz, triste, eufórico ou zangado. Se não dizemos aos adultos para parar de chorar, porque dizer às crianças? diz o especialista em educação infantil Richard Peterson.

19 – Não menospreze os problemas das crianças. Pode ser um problema insignificante para você, do alto da sua experiência, mas não para eles. Coloque-se no lugar deles, tente compreendê-los.

20 – Se uma criança começar a gritar, não se altere. Mantenha a calma. Eles estão experimentando seus sentimentos, segundo a pesquisadora Denise Daniels, especialista de Moodsters.

21 – As crianças não são preguiçosas. Muitas vezes, há uma razão subjacente, à razão pela qual eles não são capazes de realizar o que está sendo solicitado. Segundo a psicóloga Stacy Haynes, chamá-los de preguiçosos só ira arruinar-lhes a auto estima.

22 – Diante dos mesmos problemas, não fique se repetindo. Repense sua estratégia. Reclamações e admoestações também não funcionam. Em vez disso, aborde o problema de frente, com calma e diretamente, fazendo perguntas abertas e objetivas.

23 – Se a criança manifestar medo, qualquer que seja a razão, não diga “toda criança tem medo, independentemente da idade”. Isto fará com que sintam que seus problemas estão sendo minimizados e seus temores rejeitados, segundo Daniels.

24 – Não espere de crianças comportamento próprio de adultos. Eles não são. Muitas vezes eles voltam a velhos comportamentos quando estão nervosos, ansiosos ou com medo. Não os critique, só irá envergonhá-los. Tente compreender seus sentimentos.

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Certamente você conhece muitos alimentos saudáveis para seus filhos. Mas será que conhece todos? Não custa dar uma olhadinha, não é mesmo?

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25 – As crianças observam os adultos para validar seus sentimentos e experiências. Se você não conseguir entender porque seu filho está fazendo algo, tente se lembrar de alguma experiência sua em situação semelhante. Nunca “dispense” seu filho em tal situação, ele vai sentir como se ele não importasse para você.

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