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Cãibras

O que fazer na hora da dor

Para aliviar uma cãimbra dolorosa rapidamente, faça um alongamento suave do músculo afetado no sentido contrário ao da contração.

O que fazer na hora da dor

  • Panturrilha: Estique a perna e puxado a ponta do pé para cima, em direção à cabeça.
  • Massagem: Massagem local com movimentos suaves e circulares para estimular o fluxo sanguíneo.
  • Calor ou Frio: Aplique compressas mornas ou frias para ajudar a relaxar a musculatura.
  • Hidratação: Beba água ou líquidos com sais minerais após passar a dor.

Principais causas:

  • Desidratação: Perda de água e minerais essenciais pelo suor.
  • Fadiga muscular: Excesso de exercício físico ou falta de aquecimento.
  • Falta de minerais: Baixos níveis de potássio, magnésio ou cálcio no.
  • Outros fatores: Má circulação, gravidez ou uso de certos medicamentos.

Se as cãibras forem muito frequentes , vieram acompanhadas de surtos ou durarem mais de 10 minutos , consulte um médico para investigar. Deseja saber dicas de como prevenir ou alimentos ricos em minerais que evitam o problema?

Causas de cãibras musculares

As causas mais comuns de cãibras musculares são:

  • Cãibras benignas na perna que ocorrem por motivo desconhecido, tipicamente à noite
  • Cãibras musculares associadas ao exercício (cãibras durante ou imediatamente após o exercício)

As cãibras musculares (também chamadas cavalo Charley) muitas vezes ocorrem em pessoas saudáveis, geralmente de meia-idade e mais velhas, mas às vezes podem ocorrer em pessoas mais jovens. As cãibras tendem a aparecer durante ou após exercícios vigorosos, mas podem ocorrer durante o descanso. Alguns indivíduos sofrem de cãibras dolorosas nas pernas durante o sono. As cãibras nas pernas relacionadas ao sono costumam afetar a panturrilha e os músculos do pé, fazendo com que o pé e os dedos do pé se curvem para baixo. Embora dolorosas, essas cãibras geralmente não são graves e, por isso, são chamadas de cãibras benignas na perna.

Quase todos os pacientes apresentam cãibras musculares em algum momento, mas determinados quadros clínicos aumentam o risco e/ou gravidade das cãibras. Eles incluem os seguintes:

  • Ter o músculo da panturrilha tenso, que pode ser causado pelo não alongamento, inatividade ou algumas vezes acúmulo repetido de líquidos (chamado edema) na parte inferior das pernas.
  • Ficar desidratado
  • Ter baixas concentrações de eletrólitos (como potássio, magnésio ou cálcio) no sangue
  • Ter uma doença nervosa ou uma glândula tireoide hipoativa (hipotireoidismo)
  • Tomar determinados medicamentos

Níveis baixos de eletrólitos podem resultar do uso de alguns diuréticos, do transtorno relacionado ao uso de álcool, de alguns problemas hormonais (endócrinos), deficiência de vitamina D ou quadros clínicos que causam a perda de líquidos (e também de eletrólitos). Os níveis de eletrólitos podem baixar no final da gravidez.

Cãibras podem aparecer logo após a diálise, possivelmente porque a diálise retira uma quantidade grande de líquido do corpo muito rapidamente e/ou baixa os níveis de eletrólitos.

Distúrbios que causam sintomas semelhantes

Algumas doenças causam sintomas que se parecem com cãibras musculares.

Distonias são contrações involuntárias do músculo, mas que geralmente duram mais e ocorrem com mais frequência do que cãibras. Além disso, elas tendem a afetar outros músculos e podem afetar muitos outros músculos, incluindo músculos dos membros e músculos das costas, pescoço e voz. Por outro lado, cãibras benignas na perna e cãibras musculares associadas ao exercício tendem a afetar os músculos da panturrilha.

Tetania são espasmos musculares contínuos ou periódicos em todas as partes do corpo. Esses espasmos costumam ser mais longos do que as cãibras musculares e são mais esparsos. Os músculos também podem se contrair.

Cãibras musculares ilusórias ocorrem em algumas pessoas. Essas pessoas sentem como se estivessem tendo cãibras, mas nenhuma contração muscular ocorre.

Doença arterial periférica (comumente chamada endurecimento das artérias) nas pernas pode causar dor na panturrilha (claudicação) durante uma atividade física, como caminhar. A dor se deve ao fluxo sanguíneo inadequado aos músculos, não à contração do músculo como ocorre nas cãibras.

Avaliação de cãibras musculares

As seguintes informações podem ajudar as pessoas a decidirem se é necessário procurar um médico para uma avaliação e ajudá-las a saber o que esperar durante a avaliação.

Sinais de alerta

Em pessoas com cãibras musculares, os sintomas e as características a seguir são de importância especial:

  • Cãibras nos braços ou tronco
  • Espasmos musculares
  • Sinais de transtorno relacionado ao uso de álcool, como histórico de consumo de grandes quantidades de álcool, aranhas vasculares e palmas vermelhas
  • Fraqueza
  • Cãibras que ocorrem após a perda de líquidos (desidratação) ou uso de diuréticos
  • Dor ou perda de sensibilidade, a menos que ocorra ao mesmo tempo que as cãibras

Se as pessoas tiverem cãibras nos braços ou no tronco ou espasmos musculares, a causa mais provável será um distúrbio (como problemas hormonais ou de eletrólitos) ou um medicamento ou substância, e não cãibras benignas na perna ou cãibras musculares relacionadas ao exercício.

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Vitaminas B

O que precisamos saber (mínimo)

A vitamina B1 te dá energia. 
A B2 aclara a pele.
 A B3 acalma a ansiedade. 
A B5 fortalece as glândulas suprarrenais. 
A B6 equilibra as hormonas. 
A B7 favorece o crescimento do cabelo. 
A B9 gera novas células. 
A B12 protege o teu cérebro.

B1 (Tiamina):
Fundamental para transformar os alimentos em energia (metabolismo dos hidratos de carbono). Deficiência causa fadiga extrema.

B2 (Riboflavina):
Ajuda na saúde da pele, mucosas e cicatrização. Pode ajudar em casos de acne ou dermatite se houver deficiência.

B3 (Niacina):
Tem efeitos positivos no humor e pode ajudar indiretamente na ansiedade (participa na produção de serotonina e na energia cerebral).

B5 (Ácido pantoténico):
É essencial para a produção de hormonas do stress (cortisol) nas suprarrenais. Pessoas com stress crónico ou fadiga adrenal muitas vezes têm necessidade aumentada.

B6 (Piridoxina):
Muito importante no equilíbrio hormonal (especialmente estrogénio e progesterona), na produção de neurotransmissores (serotonina, dopamina, GABA) e na TPM. É uma das mais usadas em desequilíbrios hormonais.

B7 (Biotina):
Melhora cabelo, unhas e pele quando a pessoa tem carência.

B9 (Ácido fólico / Folato):
Essencial para a síntese de DNA e divisão celular (por isso é crítico na gravidez para prevenir defeitos do tubo neural).

B12 (Cobalamina):
Protege o sistema nervoso, a mielina dos nervos e é essencial para a saúde cognitiva. Deficiência causa nevoeiro mental, depressão, formigueiros e, a longo prazo, danos neurológicos irreversíveis.

As mais úteis para suplementar (em ordem de frequência de deficiência):

  • B12 (principalmente vegetarianos/veganos ou com problemas de absorção)
  • B9 (mulheres em idade fértil)
  • B6 e B5 (stress, hormonas, fadiga)
  • B7 (queda de cabelo + unhas fracas)
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Magnésio

8 Tipos de MAGNÉSIO e Seus Usos

  • Citrato de Magnésio: Útil para constipação e desintoxicação
  • Cloreto de Magnésio: Saúde da pele e recuperação muscular
  • Glicinato de Magnésio: Promove relaxamento e sono
  • Malato de Magnésio: Suporta energia e dor crônica
  • O magnésio quelato (geralmente ligado à glicina, formando o bisglicinato)
  • Taurato de Magnésio: Saúde cardíaca e açúcar no sangue
  • Treonato de Magnésio: Memória e função cognitiva
  • Sulfato de Magnésio: Músculos doloridos e entorses

Citrato de Magnésio

O citrato de Magnésio (bétula) é um suplemento mineral de alta concentração indicado para tratar a deficiência de magnésio, melhorar a função muscular e aliviar a constipação (prisão de ventre). Como laxante osmótico, retém água no intestino, facilitando a evacuação.

Benefícios:

  • Alívio da constipação: Atrai água para os intestinos, amolecendo as fezes e estimulando o trânsito intestinal em poucas horas.
  • Saúde muscular e nervosa: Auxilia na prevenção de cãibras, no controle do estresse e melhora a qualidade do sono.
  • Absorção eficiente: devido à sua composição, é mais facilmente absorvida pelo organismo em comparação com outras formas inorgânicas de magnésio.

Como e Quando Tomar:

  • Para suplementação diária: A dose usual varia de 200 mg a 400 mg de magnésio elementar por dia, preferencialmente junto às refeições.
  • Para efeito laxante: Soluções líquidas podem exigir doses de até 240 ml, devendo ser usadas pontualmente e por curtos períodos.

Efeitos Colaterais e Contraindicações

O uso em excesso pode causar diarreia, cólicas e desequilíbrio eletrolítico. Não deve ser utilizado por pessoas com insuficiência renal grave, obstrução intestinal ou doenças cardíacas graves sem orientação médica.

Cloreto de Magnésio

O cloreto de magnésio é um suplemento mineral indicado para prevenir ou tratar a deficiência de magnésio no organismo. Ele auxilia no funcionamento muscular e neuromuscular, na formação de ossos e dentes, e no metabolismo energético. A dose varia conforme a necessidade, mas geralmente é de 1 a 3 cápsulas ao dia.

Magnésio Glicinato (ou bisglicinato)

O magnésio glicinato (ou bisglicinato) é uma das formas de suplementação de magnésio com maior absorção. Altamente indicado para melhorar a qualidade do sono, reduzir a ansiedade e promover o relaxamento muscular, ele é gentil para o estômago e raramente causa desconfortos ou efeito laxativo.

Malato de Magnésio

É uma molécula que junta o mineral magnésio com o ácido málico. Ele melhora a energia, combate a fadiga e diminui as dores musculares (como na fibromialgia). Também ajuda o intestino e o sistema nervoso.

Como funciona?

Pense no ácido málico como um “táxi”. Ele carrega o magnésio direto para dentro das células do seu corpo. Isso faz com que você aproveite muito mais os benefícios do mineral.

Principais benefícios

Mais energia: Produz energia para os músculos e ajuda a diminuir o cansaço. Músculos relaxados: Previne dores e fraquezas musculares. Bom humor e sono: Ajuda a reduzir a ansiedade, o estresse e a insônia.

Cuidados e Como Tomar

A dose comum varia de 100 mg a 500 mg por dia. Algumas pessoas tomam pela manhã, em jejum, para dar mais disposição. Outras tomam antes de dormir para relaxar.

Magnésio Quelato

O magnésio quelato (geralmente ligado à glicina, formando o bisglicinato) é uma forma premium de suplemento com altíssima taxa de absorção intestinal. Ele é essencial para o relaxamento muscular, melhoria da qualidade do sono, interrupção das cãibras, redução da fadiga e regulação do sistema nervoso.

Para que serve e benefícios:

  • Absorção superior: Por estar “quelado” (protegido por aminoácidos como a glicina), o organismo absorve o mineral com mais facilidade, evitando a perda de nutrientes no estômago.
  • Ação no intestino: É frequentemente indicada para quem sofre de intestino preso, pois ajuda no relaxamento dos músculos intestinais e facilita a evacuação.
  • Relaxamento e Sono: Ajuda a combater cãibras, alivia dores musculares pós-treino e contribui para uma melhoria na qualidade do sono.

Como e quando tomar

A dose diária recomendada geralmente varia de 350 mg a 500 mg de magnésio elementar. Para evitar que o suplemento interfira na acidez e na digestão do estômago, o melhor horário para consumir é longas refeições (em jejum ou nos intervalos).

Para escolher o produto ideal, verifique sempre no rótulo a quantidade de magnésio elementar (e não apenas o peso total da cápsula).

Observação: O consumo excessivo pode causar efeitos colaterais como diarreia ou desconforto estomacal.

Taurato de Magnésio

O taurato de magnésio é um suplemento alimentar que combina o mineral magnésio com o aminoácido taurina, formando um composto de alta absorção pelo organismo.

  • Magnésio Taurato → O mais específico e recomendado atualmente.
  • Combina magnésio + taurina (aminoácido cardioprotetor).
  • Benefícios: regula pressão arterial, reduz arritmias, protege contra estresse oxidativo no coração, melhora função vascular.
  • Ideal para: hipertensão, palpitações, arritmias, suporte geral cardiovascular.
  • Absorção boa e bem tolerado.

Para que serve:

  • Saúde do coração: Ajuda a proteger o sistema cardiovascular, auxiliar no controle da pressão arterial e manter o ritmo cardíaco regular.
  • Controle da glicose: Colabora no metabolismo do açúcar no sangue e na melhora da ação da insulina.
  • Função muscular e nervosa: Previne cãibras, reduz a fadiga neuromuscular e promove o relaxamento dos músculos e do sistema nervoso.
  • Bem-estar mental: Contribui para a melhora do sono, do estresse e da ansiedade devido à ação conjunta com neurotransmissores.

Como tomar:

  • Apresentação: É encontrado geralmente em cápsulas.
  • Posologia comum: A dose diária para adultos costuma ficar em até 350 mg de magnésio elementar, mas varia conforme a marca e a indicação profissional.
  • Melhor horário: Pode ser tomado junto às refeições ou antes de dormir, caso o foco seja o relaxamento e o sono.

Treonato de Magnésio

O si L-treonato é um suplemento que se destaca para conseguir ultrapassar a barreira hematoencefálica, chegando com facilidade ao cérebro.

Para que serve:

  • Função cognitiva: Ajuda a melhorar a memória, o foco, a concentração e o aprendizado.
  • Saúde mental: Contribui para a redução do estresse, da ansiedade e apoia a neuroproteção.
  • Sono: Pode favorecer o relaxamento mental e auxiliar na qualidade do sono.

Situação regulatória no Brasil

Anvisa não possui autorização vigente para o uso de magnésio treonato na categoria de suplementos alimentares tradicionais, o que levou a fiscalizações e recolhimentos de lotes específicos no mercado nacional.

Sulfato de Magnésio

O sulfato de magnésio (MgSO₄)é um composto químico versátil usado como medicamento para convulsões e pré-eclâmpsia, laxante oral (conhecido como sal amargo) e fertilizante agrícola.

Para que serve:

  • Medicina (Injetável): Previne convulsões em gestantes com pré-eclâmpsia ou eclâmpsia e trata baixos níveis de magnésio no sangue.
  • Saúde (Uso Oral): Atua como laxante de curto prazo para aliviar a prisão de ventre.
  • Agricultura: fornece magnésio e enxofre para melhorar o crescimento de plantas e corrigir deficiências no solo.

Cuidados importantes:

  • Uso clínico: O formato injetável exige controle rigoroso médico e monitoramento da respiração e dos reflexos do paciente.
  • Uso oral: O consumo excessivo de sal amargo causa diarreia intensa e desidratação.
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AMARANTE ESPINHOSA

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Planta inteira ou Folhas

Texto de autor: Claudia (X)

TRATA / REVERTE

1. Malária
2. Diabetes mellitus
3. Diarreia
4. Disenteria
5. Hemorroidas
6. Úlceras pépticas
7. Dor de estômago
8. Gonorreia
9. Infecções do trato urinário (ITU)
10. Cálculos renais (Nefrolitíase)
11. Bronquite
12. Asma
13. Febre
14. Menorragia (Menstruação abundante)
15. Leucorreia (Corrimento vaginal)
16. Hemorragia interna
17. Anemia
18. Constipação
19. Problemas hepáticos
20. Hepatite
21. Hipertensão (Pressão arterial alta)
22. Hiperlipidemia (Colesterol elevado)
23. Reumatismo
24. Gota
25. Eczema
26. Lepra
27. Tinha
28. Furúnculos
29. Queimaduras
30. Mordidas de cobra
31. Dor de dente
32. Dor de garganta
33. Infecções bacterianas
34. Infecções fúngicas
35. Infecções virais
36. Vermes intestinais (Helmintíase)
37. Cólicas
38. Edema (Retenção de líquidos)
39. Icterícia
40. GASTRITE

Preparação e Dosagem

Adquira AMARANTE ESPINHOSA a granel, seque ao ar livre em local sombreado, protegido do sol direto, e triture em PÓ quando estiver 100% desidratada (leva cerca de uma semana ou menos).

Em seguida, FAÇA UMA INFUSÃO ou CHÁ com 1 colher de sopa de PÓ DE AMARANTE ESPINHOSA em meio litro de água fervente.

Tampe e deixe infusionar por 10 a 15 minutos ou até ficar em temperatura agradável para beber.

NÃO COZINHE!

Coe: passe no coador e beba todo o líquido.
Faça isso uma vez por dia.
Você pode tomar por 14 a 28 dias ou mais (até obter os resultados desejados).

Não há efeitos colaterais negativos!

Para FERIMENTOS E PROBLEMAS DE PELE (USO EXTERNO):

Amasse folhas frescas sem água e aplique um emplastro sobre a pele 3 a 5 vezes ao dia até obter resultados.

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Vantagens do Chá de Louro

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VANTAGENS EM BEBER O CHÁ DE FOLHAS DE LOURO

Texto de autor Claudia (X)

Existem vários benefícios no chá de folhas de louro que o tornam uma excelente escolha natural e saudável como bebida.

Aqui estão alguns dos principais benefícios que ele oferece para a saúde:

A folha de louro contém agentes anti-inflamatórios.
Beber chá de folhas de louro pode ajudar a aliviar dores como entorses, dores articulares e até artrite.

Beber chá de folhas de louro ajuda a prevenir várias doenças comuns, como resfriado, tosse e gripe.

O chá de folhas de louro pode relaxar o corpo.
Ele reduz a pressão arterial, melhora a circulação sanguínea e diminui o nível de colesterol ruim.

O chá de folhas de louro pode acalmar o seu sistema digestivo.
Ele ajuda a evitar a prisão de ventre e outros problemas digestivos.

Se você está procurando maneiras de perder peso, beba um copo de chá de louro duas vezes por dia.
O chá de folhas de louro acelera o metabolismo do corpo e ajuda a promover a perda de peso.

  • As folhas de louro ajudam a regular o açúcar no sangue, reduzir os triglicerídeos, combater o colesterol, aliviar dores nas articulações e diminuir os níveis de ácido úrico.
  • Atenção: Deve ser absolutamente evitado por mulheres grávidas ou lactantes.
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Óleo vegetal de ANDIROBA

ANDIROBA

O óleo vegetal de andiroba (extraído das sementes da árvore Carapa guianensis, nativa da Amazônia) é um ingrediente tradicional muito usado pelos povos indígenas e comunidades amazônicas.
Ele é rico em ácidos graxos (como oleico, linoleico, palmítico e esteárico) e compostos como limonoides, que conferem propriedades emolientes, hidratantes, anti-inflamatórias, cicatrizantes, antissépticas e repelentes.

Principais usos e benefícios

  • Hidratação e regeneração da pele:
    O óleo penetra bem na pele, amacia, hidrata profundamente e estimula a renovação celular. É ótimo para peles secas, ressecadas ou sensíveis, ajudando a restaurar a elasticidade e reduzir sinais de envelhecimento precoce.
  • Tratamento de problemas de pele:
    Suas ações anti-inflamatórias e cicatrizantes auxiliam em condições como eczema, micose, dermatite, psoríase, feridas, úlceras, picadas de insetos e irritações.
    Ele também tem potencial antibacteriano, antifúngico e antiviral.
  • Repelente natural de insetos:
    Um dos usos mais tradicionais: o óleo afasta mosquitos e outros insetos (inclusive transmissores de doenças como dengue).
    Pode ser aplicado diretamente na pele ou usado em formulações.
  • Alívio de dores musculares e articulares:
    Usado em massagens, ajuda a reduzir inflamações, inchaços, contusões, dores reumáticas, artrite e distensões musculares, graças às propriedades anti-inflamatórias e analgésicas.
  • Cuidados com os cabelos:
    Aplicado no couro cabeludo ou nas pontas, hidrata os fios, reduz o volume/frizz, fortalece, equilibra a oleosidade e pode ajudar em casos de caspa ou seborreia.
    Deixa os cabelos mais brilhantes e saudáveis.

Outros usos mencionados na medicina popular incluem aceleração da cicatrização, ação calmante em irritações e até aplicações em cosméticos (cremes, sabonetes, óleos corporais e shampoos).

Como usar (geralmente tópico)

– Na pele:
Aplique puro ou misturado em cremes/hidratantes, massageando suavemente. Ideal após banho ou como óleo de massagem.

– Nos cabelos:
Coloque algumas gotas no couro cabeludo ou pontas, deixe agir por alguns minutos e lave.

– Como repelente:
Passe diretamente nas áreas expostas.

Atenção importante:

– Faça um teste de alergia antes de usar (aplique em uma pequena área da pele).

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Ivermectina para Parkinson e Alzheimer e alternativas naturais

Parkinson

  • Os pacientes que receberam altas doses de ivermectina (60-72 mg) apresentaram melhorias significativas na mobilidade e nos sintomas.
  • Uma mulher, que mal conseguia se mover com a medicação padrão, voltou a jogar golfe após semanas de tratamento, algo que não fazia há anos.
  • Múltiplos casos de reversão dos sintomas, em que tremores, rigidez e enrijecimento melhoraram significativamente.

A ivermectina pode desempenhar um papel fundamental no tratamento da doença de Parkinson?

Dois artigos revisados ​​por pares — um de Warnecke et al . (2020) e outro de Wadsworth et al . (2024) — juntamente com uma tese de doutorado de 2021 de Dongwook Wi, sugerem fortemente que sim. Todas essas pesquisas surgiram nos últimos três anos.

2020 Warnecke e outros:

O presente estudo constatou que a ivermectina alterou significativamente o comportamento de rotação em camundongos machos e fêmeas, utilizando um modelo de camundongo com depleção de dopamina, demonstrando diferenças significativas entre os sexos. Esses achados sugerem o potencial da ivermectina como uma das principais candidatas para uso como uma nova terapia adjuvante em combinação com L-DOPA para pacientes com doença de Parkinson.

Tese de doutorado de Dongwook Wi, 2021:

“Neste estudo, foi apresentada a aplicação potencial da ivermectina (IVM) em conjunto com L-DOPA para pacientes com doença de Parkinson (DP) como uma nova terapia. Ao demonstrar a eficácia da IVM em dois modelos animais de DP, incluindo MPTP e 6-OHDA, o papel da IVM na modulação de comportamentos mediados pela dopamina na DP sugere uma nova terapia potencial para doenças neurodegenerativas no futuro.”

2024 Wadsworth e outros:

É importante ressaltar que, quando a ivermectina foi administrada concomitantemente com levodopa (L-DOPA), houve uma liberação de dopamina (DA) maior do que com a L-DOPA isoladamente. A ivermectina, por si só, aumenta a liberação de DA no sistema de drenagem linfática (SD) por meio de mecanismos colinérgicos, o que poderia potencialmente beneficiar indivíduos com disfunção no circuito dopaminérgico, incluindo aqueles com doença de Parkinson, transtornos de humor ou transtorno de déficit de atenção.

A ivermectina pode desempenhar um papel fundamental no tratamento de doenças neurológicas?

Três artigos pré-clínicos revisados ​​por pares (abaixo) sugerem que sim.

1. Efeitos anti-inflamatórios

Um estudo de 2023 publicado na revista Inflammation demonstrou que a ivermectina atenua os danos neuroinflamatórios em um modelo murino de encefalomielite autoimune experimental. O composto reduziu citocinas pró-inflamatórias como IL-17A e IFN-γ e promoveu a atividade de células T reguladoras ( Springer, 2023 ). Esses mecanismos são relevantes para a doença de Alzheimer, na qual a ativação da microglia e a desregulação de citocinas contribuem para a degeneração neuronal.

2. Modulação sináptica e neurotransmissão inibitória

A ivermectina potencializa os canais de cloreto ativados por glutamato (GluClRs), aumentando as correntes pós-sinápticas inibitórias. Um estudo de 2019 publicado na PLOS Pathogens descobriu que a ivermectina aumentou as correntes inibitórias tônicas e prolongou a inibição sináptica, possivelmente restaurando o equilíbrio em circuitos neuronais afetados pela neurodegeneração ( PMC6368337 ).

3. Um estudo publicado em 2024 na revista Cell & Bioscience relatou que a ivermectina aumentou a atividade dos interneurônios colinérgicos estriatais, potencializando assim a liberação de dopamina por meio da modulação dos receptores nicotínicos ( PMC11025261 ). Considerando que os déficits colinérgicos estão na base de muitos sintomas cognitivos da doença de Alzheimer, o aumento colinérgico indireto promovido pela ivermectina poderia complementar as terapias convencionais.

Suplementos naturais para prevenir e reverter o Alzheimer e a demência.

Abaixo, compilamos uma lista e categorizamos os itens com links de referência. Observe que esta lista não é exaustiva.

Metodologia: A seleção ou pré-seleção da lista a seguir baseia-se nas evidências científicas disponíveis, obtidas em bases de dados científicas como o PubMed e em mecanismos de busca científica como o Google Acadêmico.

  • Vitamina D3
  • Ácidos graxos ômega-3
  • Vitaminas do complexo B
  • Magnésio
  • Ginseng
  • Ginko Biloba
  • Melatonina
  • Chá Verde (EGCG)
  • Quercetina
  • Creatina
  • Óleo de coco
  • Luteína (carotenoides)
  • Selênio
  • Zinco
  • Citicolina
  • TMG e Betaína
  • Ativadores Metabólicos Combinados (NR, NAC, L-Carnitina e L-Serina)
  • Prebióticos e probióticos
  • NAC (N-acetilcisteína)
  • Colina
  • Cúrcuma (Curcumina)
  • Ancião
  • Juba de Leão (Hericium erinaceus)
  • Reishi (Ganoderma lucidum)
  • Ergotioneína
  • Withania somnifera, ashwagandha, ginseng indiano
  • Azul de metileno
  • CDS – Dióxido de Cloro
  • DMSO – Dimetilsulfóxido

Fonte: https://cienciaysaludnatural.com/ivermectina-para-parkinson-y-alzheimer-y-alternativas-naturales/

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Estatinas

“40 anos atrás, um nível de colesterol de 300 era perfeitamente normal e continua sendo perfeitamente normal hoje.”
Barbara O’Neill

“Agora nos dizem que não podemos ultrapassar 190″… Toda vez que eles abaixam os números, milhões de pessoas a mais ‘precisam’ de medicamentos estatina.

Isso não é saúde, isso é uma estratégia de lucro.

93 milhões de americanos estão atualmente tomando medicamentos estatina, gerando para a indústria farmacêutica um lucro anual de 22 bilhões de dólares.

A partir de 2025, as estatinas agora atingiram todas as faixas etárias; a FDA aprovou a terapia com medicamentos estatina para crianças a partir de 8 anos.

O objetivo do famoso Estudo do Coração de Framingham era provar que o colesterol causa doenças cardíacas. O estudo falhou miseravelmente… na verdade, provou o oposto.

Os resultados do estudo mostram que, quando o colesterol é reduzido… a mortalidade AUMENTA. No acompanhamento de 30 anos publicado em 1987, os autores relataram que ‘para cada queda de 1 mg/dl no colesterol total por ano, houve um aumento de 11% na mortalidade coronariana e total’.

O renomado lipidologista Dr. Uffe Ravnskov, na maior revisão sistemática de 19 estudos de coorte incluindo mais de 68.000 pessoas (>60 anos de idade), descobriu que aqueles com os níveis mais altos de LDL-C viveram mais tempo. Quanto maior o seu LDL, mais tempo você vive.

Dr. Ravnskov afirmou: “O tratamento com estatina é uma doença mitocondrial iatrogênica… uma morte causada pelo médico.”

“Os médicos quebraram seu juramento de ‘primeiro, não causar dano’ ao prescrever estatinas mortais que reduzem o colesterol e causam Doença de Parkinson, Alzheimer, Fadiga Crônica, Cardiomiopatia, Diabetes, Fibromialgia, Doença Renal, Insuficiência Cardíaca, Esclerose Múltipla, Epilepsia e muito mais.”

O colesterol é o bloco de construção de todas as membranas celulares e reduzi-lo prejudica todas as células do corpo. Não há benefícios em tomar uma estatina que reduz o colesterol.

O cérebro deve ser rico em gordura e colesterol para uma capacidade cognitiva ideal e proteção contra doenças neurodegenerativas.

As estatinas cruzam a barreira hematoencefálica e impedem o cérebro de ter suas proporções ideais de 60% de gordura e 25% de colesterol.

As estatinas causam uma multidão de efeitos colaterais que resultarão em uma baixa qualidade de vida. As estatinas não reduzem Doenças Cardiovasculares, Acidente Vascular Cerebral, Infarto do Miocárdio ou Mortalidade.

Os Medicamentos Estatinas Causam as Seguintes Condições Crônicas…
Afasia
Demência
Doença de Alzheimer
Câncer
Pancreatite
Doença de Parkinson
Rasgamento e Dor Muscular
Fadiga e Fraqueza
Neuropatia
Deficiência Hormonal
Dano Cerebral
EM Esclerose Múltipla
Depressão e Suicidalidade
Dano Hepático
Diabetes Tipo 2 de Início Recente
Insuficiência Cardíaca
Vertigem
Comprometimento Cognitivo
ELA (Doença de Lou Gehrig)

👇Quanto Maior o Seu LDL, Mais Tempo Você Vive👇

https://meddocsonline.org/annals-of-epidemiology-and-public-health/the-LDL-paradox-higher-LDL-cholesterol-is-associated-with-greater-longevity.pdf

Colesterol Alto Previne Aterosclerose👇

https://academic.oup.com/qjmed/article-resumo/96/12/927/1533176?redirectedFrom=fulltext&login=false

👇Estatinas Prolongam a Vida Apenas 3,2 Dias👇

https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26408281/

Palestrante: Barbara O’Neill, Nutricionista Naturopata

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Ivermectina, Fenbendazol, Mebendazol

Muitos pacientes têm dúvidas e se questionado sobre a necessidade de usar ivermectina, fenbendazol e mebendazol simultaneamente. Isso esclarecerá a situação para você. Cada uma dessas substâncias atua por mecanismos distintos e atua no câncer de maneiras únicas.

Ivermectina, Fenbendazol, Mebendazol

Ivermectina vs. Fenbendazol vs. Mebendazol: 12 poderosos mecanismos anticancerígenos que cada um usa para atacar tumores

Esses medicamentos reaproveitados foram originalmente projetados para combater parasitas — mas pesquisas e uso prático demonstraram que eles fazem muito mais do que isso. Cada um deles ataca o câncer em múltiplas frentes biológicas, ajudando a interromper o crescimento tumoral, matar células cancerígenas de fome, fortalecer o sistema imunológico e muito mais.

Veja aqui uma análise de como cada um funciona:

IVERMECTINA – 12 Ações Anticâncer Conhecidas

1. Inibe a via WNT/β-catenina – interrompe a proliferação de células cancerígenas
2. Induz apoptose – desencadeia a morte programada das células cancerígenas
3. Bloqueia as proteínas de transporte da importina α/β – previne a replicação das células cancerígenas
4. Inibe a enzima PAK1 – reduz a inflamação e a progressão do tumor
5. Antiangiogênico – impede a formação de novos vasos sanguíneos em tumores
6. Modulador do sistema imunológico – aumenta o reconhecimento de células cancerígenas
7. Disruptor da autofagia – interfere nas estratégias de sobrevivência das células cancerígenas
8. Tem como alvo as células-tronco do glioblastoma – eficaz em cânceres cerebrais
9. Inibe a respiração mitocondrial – corta o fornecimento de energia aos tumores
10. Interrompe a sinalização do mTOR – retarda o crescimento celular
11. Supera a resistência à quimioterapia – torna a quimioterapia mais eficaz
12. Propriedades antivirais – potencialmente úteis para cânceres relacionados a vírus (como o HPV)

FENBENDAZOL – 12 Ações Anticâncer Conhecidas

1. Ruptura dos microtúbulos – impede a divisão das células cancerígenas
2. Inibe a captação de glicose – priva as células cancerígenas de energia
3. Ativa o gene supressor de tumor p53 – ajuda a matar células danificadas
4. Desencadeia a apoptose (morte celular) – particularmente no câncer de pulmão, cólon e próstata
5. Inibe a metástase – previne a propagação do câncer
6. Aumenta o estresse oxidativo nas células cancerígenas – torna-as mais vulneráveis
7. Modulador imunológico – pode ajudar o sistema imunológico a atingir tumores
8. Bloqueia a angiogênese – impede que os tumores criem suprimento sanguíneo
9. Esgota a glutationa nos tumores – enfraquece sua defesa
10. Suprime a via de sinalização AKT – envolvida na sobrevivência celular
11. Restaura a regulação normal do ciclo celular – previne o crescimento descontrolado
12. Sinérgico com outros agentes naturais (por exemplo, CBD, curcumina, vitamina D)

MEBENDAZOL – 12 Ação anticancerígena conhecida

1. Desestabilização dos microtúbulos – semelhante ao fenbendazol
2. Inibe a angiogênese e bloqueia o crescimento de novos vasos sanguíneos
3. Desencadeia a apoptose – causa a morte das células cancerígenas
4. Inibe a sinalização do VEGF – bloqueia os sinais de suprimento sanguíneo do tumor
5. Atravessa a barreira hematoencefálica – útil para cânceres cerebrais
6. Ativa as enzimas caspase-3/7 – envolvidas na morte celular programada
7. Reduz a expressão do oncogene MYC – retarda o crescimento do tumor
8. Inibe a proteína Bcl-2 – reduz a sobrevivência das células cancerígenas
9. Antimetastático – reduz a propagação do câncer
10. Interrompe a função mitocondrial – a produção de energia nas células tumorais falha
11. Melhora a sensibilidade à quimioterapia – ajuda os tratamentos padrão a funcionarem melhor
12. Baixa toxicidade + longo histórico de segurança – usado em humanos há décadas

Cada um desses medicamentos tem como alvo o câncer por meio de diferentes vias biológicas.

dose de ivermectina
Protocolo suplementar para suporte ao organismo

Referência aqui

https://x.com/JoeTippen/status/1975209685381689750

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Aines

Aines comprimidos, cápsulas

IBUPROFENO é perigoso para todos. Ninguém deveria tomá-lo. É tóxico para crianças e adultos

Dr. Alberico Sessa, MD

Mesmo em doses regulares, os analgésicos AINEs prejudicam os rins, o estômago, o coração, os ossos e os tendões.
O ibuprofeno é tão prejudicial quanto o paracetamol. O ibuprofeno, como todos os AINEs, é um anti-inflamatório não esteroidal (AINE) derivado de produtos de petróleo bruto, como o isobutilbenzeno.

AINEs de venda livre (OTC):

  • Ibuprofeno (Advil, Motrin)
  • Naproxeno (Aleve, Naprosyn)
  • Cetoprofeno (Orudis)
  • Ácido meclofenâmico (Ponstel)
  • Oxaprozina (Daypro)

AINEs somente com receita médica:

  • Celecoxibe (Celebrex)
  • Diclofenaco (Voltaren, Cambia)
  • Etodolac (Lodine)
  • Indometacina (Indocin)
  • Cetorolaco (Toradol)
  • Meloxicam (Mobic)
  • Nabumetona (Relafen)
  • Piroxicam (Feldene)
  • Sulindaco (Clinoril)

Os malefícios do ibuprofeno e de todos os AINEs residem em seu modo de ação que inibe as enzimas COX:

Nocivo para os rins

As enzimas COX bloqueadas pelo uso de AINEs causam danos renais agudos ao reduzir a produção de prostaglandinas, o que reduz o fluxo sanguíneo para os rins. Isso leva à lesão renal aguda (LRA), doença renal crônica (DRC), edema, hipertensão, hipercalemia e síndrome nefrótica.

Nocivo ao estômago

Em nível sistêmico, o uso de AINEs compromete a barreira intestinal, reduzindo as prostaglandinas protetoras da mucosa, aumentando a permeabilidade intestinal e desencadeando inflamação. Os AINEs eliminam a delicada barreira endotelial, resultando em úlceras, intestino permeável e doenças inflamatórias intestinais (DII).

Nocivo ao coração

O FDA dos EUA tem um aviso de “caixa preta” sobre AINEs desde 2015 para alertar os consumidores sobre o aumento do risco de ataque cardíaco e derrame. Os AINEs danificam as células cardíacas atacando as mitocôndrias (o que reduz a produção de energia), aumentando o estresse celular e causando um acúmulo tóxico de proteínas.

Nocivo aos ossos

Os AINEs interrompem a função dos osteoblastos e osteoclastos, enfraquecendo a cicatrização e a regeneração óssea. Isso impede a cicatrização completa do osso fraturado, resultando em dor óssea e aumento do risco de fraturas futuras.

Nocivo para tendões e articulações

Os AINEs bloqueiam as enzimas COX, responsáveis ​​pela produção de colágeno, um componente essencial para o reparo de articulações, ligamentos e tendões.

Alternativas seguras aos analgésicos AINEs:

Use remédios naturais para febre e dor, usados ​​há séculos. Mergulhar em um banho morno e usar panos umedecidos com um pouco de álcool isopropílico alivia a febre. Ervas como arnica e açafrão aliviam a dor sem efeitos colaterais ou danos aos órgãos internos.