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O Dia dos Pais

O Dia dos Pais

Uma Homenagem à Figura Paterna

O Dia dos Pais é uma das datas mais especiais do calendário brasileiro. Todo segundo domingo de agosto, famílias se reúnem para celebrar o amor, o carinho e o papel fundamental que os pais desempenham na vida de seus filhos. Em 2026, a data cai em 09 de agosto, mas a essência permanece a mesma: reconhecer o esforço, a dedicação e o afeto paterno.

Origem no Mundo

Embora pareça uma tradição moderna, a ideia de homenagear os pais tem raízes antigas. Há relatos de que, há mais de 4.000 anos na Babilônia, um filho chamado Elmesu teria criado um cartão de argila para o pai, desejando-lhe saúde e longa vida.

A versão contemporânea surgiu nos Estados Unidos. Em 1909, Sonora Smart Dodd, de Washington, quis homenagear seu pai, William Jackson Smart, um veterano da Guerra Civil que criou sozinho seis filhos após a morte da esposa. Inspirada no Dia das Mães (já existente), ela propôs a data, que foi celebrada pela primeira vez em 19 de junho de 1910. Anos depois, em 1966, o presidente Lyndon Johnson oficializou o terceiro domingo de junho como Dia dos Pais, tornando-o feriado nacional em 1972.

Como Chegou ao Brasil

No Brasil, o Dia dos Pais foi criado em 1953 por iniciativa do publicitário Sylvio Bhering, diretor do jornal O Globo e da Rádio Globo, no Rio de Janeiro. A primeira menção apareceu em 1º de junho daquele ano, atendendo supostos pedidos de leitores que desejavam uma data semelhante ao Dia das Mães.

A primeira comemoração oficial ocorreu em 16 de agosto de 1953, coincidindo com o Dia de São Joaquim, pai de Maria e considerado patriarca da família na tradição católica. Bhering organizou um concurso que premiou o pai com mais filhos (31), o mais jovem (16 anos) e o mais velho (98 anos). A repercussão foi enorme, e a data rapidamente se espalhou pelo país.

Para alinhar com o Dia das Mães (segundo domingo de maio) e facilitar o calendário comercial, a celebração foi fixada no segundo domingo de agosto. O mês foi estratégico: fica entre o Dia dos Namorados (junho) e o Dia das Crianças (outubro), impulsionando o varejo sem coincidir com outras grandes datas.

Significado e Celebração

O Dia dos Pais não é apenas uma data comercial. Ele reforça o valor da família e reconhece o papel dos pais como provedores emocionais, educadores e exemplos de vida. Em um mundo cada vez mais dinâmico, a data serve como lembrete para expressar gratidão por sacrifícios muitas vezes silenciosos.

No Brasil, as comemorações costumam incluir:

  • Café da manhã ou almoço em família;
  • Presentes — desde itens personalizados (canecas, camisetas) até eletrônicos, perfumes ou experiências;
  • Cartões e mensagens escritas à mão, que emocionam mais que qualquer presente;
  • Momentos juntos — passeios, churrascos ou simplesmente estar presente.

Muitas escolas promovem atividades com as crianças, como desenhos, poesias e apresentações, tornando o dia ainda mais especial.

Uma Reflexão Final

Ser pai vai muito além de um título biológico. Envolve presença, paciência, amor incondicional e a coragem de estar ao lado dos filhos nos momentos bons e ruins. Nem todos os pais são perfeitos, mas a maioria faz o melhor que pode com o que tem.

Neste Dia dos Pais, mais do que comprar presentes, o convite é para valorizar, abraçar e dizer “eu te amo”. Porque o maior presente que um filho pode dar é o tempo e o reconhecimento.

Feliz Dia dos Pais a todos os pais, padrastos, avôs e figuras paternas que iluminam nossas vidas! Que essa data inspire mais amor, respeito e laços familiares fortes

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Magnésio

8 Tipos de MAGNÉSIO e Seus Usos

  • Citrato de Magnésio: Útil para constipação e desintoxicação
  • Cloreto de Magnésio: Saúde da pele e recuperação muscular
  • Glicinato de Magnésio: Promove relaxamento e sono
  • Malato de Magnésio: Suporta energia e dor crônica
  • O magnésio quelato (geralmente ligado à glicina, formando o bisglicinato)
  • Taurato de Magnésio: Saúde cardíaca e açúcar no sangue
  • Treonato de Magnésio: Memória e função cognitiva
  • Sulfato de Magnésio: Músculos doloridos e entorses

Citrato de Magnésio

O citrato de Magnésio (bétula) é um suplemento mineral de alta concentração indicado para tratar a deficiência de magnésio, melhorar a função muscular e aliviar a constipação (prisão de ventre). Como laxante osmótico, retém água no intestino, facilitando a evacuação.

Benefícios:

  • Alívio da constipação: Atrai água para os intestinos, amolecendo as fezes e estimulando o trânsito intestinal em poucas horas.
  • Saúde muscular e nervosa: Auxilia na prevenção de cãibras, no controle do estresse e melhora a qualidade do sono.
  • Absorção eficiente: devido à sua composição, é mais facilmente absorvida pelo organismo em comparação com outras formas inorgânicas de magnésio.

Como e Quando Tomar:

  • Para suplementação diária: A dose usual varia de 200 mg a 400 mg de magnésio elementar por dia, preferencialmente junto às refeições.
  • Para efeito laxante: Soluções líquidas podem exigir doses de até 240 ml, devendo ser usadas pontualmente e por curtos períodos.

Efeitos Colaterais e Contraindicações

O uso em excesso pode causar diarreia, cólicas e desequilíbrio eletrolítico. Não deve ser utilizado por pessoas com insuficiência renal grave, obstrução intestinal ou doenças cardíacas graves sem orientação médica.

O cloreto de magnésio é um suplemento mineral indicado para prevenir ou tratar a deficiência de magnésio no organismo. Ele auxilia no funcionamento muscular e neuromuscular, na formação de ossos e dentes, e no metabolismo energético. A dose varia conforme a necessidade, mas geralmente é de 1 a 3 cápsulas ao dia.

O magnésio glicinato (ou bisglicinato) é uma das formas de suplementação de magnésio com maior absorção. Altamente indicado para melhorar a qualidade do sono, reduzir a ansiedade e promover o relaxamento muscular, ele é gentil para o estômago e raramente causa desconfortos ou efeito laxativo.

Malato de Magnésio

É uma molécula que junta o mineral magnésio com o ácido málico. Ele melhora a energia, combate a fadiga e diminui as dores musculares (como na fibromialgia). Também ajuda o intestino e o sistema nervoso.

Como funciona?

Pense no ácido málico como um “táxi”. Ele carrega o magnésio direto para dentro das células do seu corpo. Isso faz com que você aproveite muito mais os benefícios do mineral.

Principais benefícios

Mais energia: Produz energia para os músculos e ajuda a diminuir o cansaço. Músculos relaxados: Previne dores e fraquezas musculares. Bom humor e sono: Ajuda a reduzir a ansiedade, o estresse e a insônia.

Cuidados e Como Tomar

A dose comum varia de 100 mg a 500 mg por dia. Algumas pessoas tomam pela manhã, em jejum, para dar mais disposição. Outras tomam antes de dormir para relaxar.

Magnésio Quelato

O magnésio quelato (geralmente ligado à glicina, formando o bisglicinato) é uma forma premium de suplemento com altíssima taxa de absorção intestinal. Ele é essencial para o relaxamento muscular, melhoria da qualidade do sono, interrupção das cãibras, redução da fadiga e regulação do sistema nervoso.

Para que serve e benefícios:

  • Absorção superior: Por estar “quelado” (protegido por aminoácidos como a glicina), o organismo absorve o mineral com mais facilidade, evitando a perda de nutrientes no estômago.
  • Ação no intestino: É frequentemente indicada para quem sofre de intestino preso, pois ajuda no relaxamento dos músculos intestinais e facilita a evacuação.
  • Relaxamento e Sono: Ajuda a combater cãibras, alivia dores musculares pós-treino e contribui para uma melhoria na qualidade do sono.

Como e quando tomar

A dose diária recomendada geralmente varia de 350 mg a 500 mg de magnésio elementar. Para evitar que o suplemento interfira na acidez e na digestão do estômago, o melhor horário para consumir é longas refeições (em jejum ou nos intervalos).

Para escolher o produto ideal, verifique sempre no rótulo a quantidade de magnésio elementar (e não apenas o peso total da cápsula).

Observação: O consumo excessivo pode causar efeitos colaterais como diarreia ou desconforto estomacal.

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AMARANTE ESPINHOSA

B-Amarante espinhosa 4 650x390

Planta inteira ou Folhas

Texto de autor: Claudia (X)

TRATA / REVERTE

1. Malária
2. Diabetes mellitus
3. Diarreia
4. Disenteria
5. Hemorroidas
6. Úlceras pépticas
7. Dor de estômago
8. Gonorreia
9. Infecções do trato urinário (ITU)
10. Cálculos renais (Nefrolitíase)
11. Bronquite
12. Asma
13. Febre
14. Menorragia (Menstruação abundante)
15. Leucorreia (Corrimento vaginal)
16. Hemorragia interna
17. Anemia
18. Constipação
19. Problemas hepáticos
20. Hepatite
21. Hipertensão (Pressão arterial alta)
22. Hiperlipidemia (Colesterol elevado)
23. Reumatismo
24. Gota
25. Eczema
26. Lepra
27. Tinha
28. Furúnculos
29. Queimaduras
30. Mordidas de cobra
31. Dor de dente
32. Dor de garganta
33. Infecções bacterianas
34. Infecções fúngicas
35. Infecções virais
36. Vermes intestinais (Helmintíase)
37. Cólicas
38. Edema (Retenção de líquidos)
39. Icterícia
40. GASTRITE

Preparação e Dosagem

Adquira AMARANTE ESPINHOSA a granel, seque ao ar livre em local sombreado, protegido do sol direto, e triture em PÓ quando estiver 100% desidratada (leva cerca de uma semana ou menos).

Em seguida, FAÇA UMA INFUSÃO ou CHÁ com 1 colher de sopa de PÓ DE AMARANTE ESPINHOSA em meio litro de água fervente.

Tampe e deixe infusionar por 10 a 15 minutos ou até ficar em temperatura agradável para beber.

NÃO COZINHE!

Coe: passe no coador e beba todo o líquido.
Faça isso uma vez por dia.
Você pode tomar por 14 a 28 dias ou mais (até obter os resultados desejados).

Não há efeitos colaterais negativos!

Para FERIMENTOS E PROBLEMAS DE PELE (USO EXTERNO):

Amasse folhas frescas sem água e aplique um emplastro sobre a pele 3 a 5 vezes ao dia até obter resultados.

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Óleo vegetal de ANDIROBA

ANDIROBA

O óleo vegetal de andiroba (extraído das sementes da árvore Carapa guianensis, nativa da Amazônia) é um ingrediente tradicional muito usado pelos povos indígenas e comunidades amazônicas.
Ele é rico em ácidos graxos (como oleico, linoleico, palmítico e esteárico) e compostos como limonoides, que conferem propriedades emolientes, hidratantes, anti-inflamatórias, cicatrizantes, antissépticas e repelentes.

Principais usos e benefícios

  • Hidratação e regeneração da pele:
    O óleo penetra bem na pele, amacia, hidrata profundamente e estimula a renovação celular. É ótimo para peles secas, ressecadas ou sensíveis, ajudando a restaurar a elasticidade e reduzir sinais de envelhecimento precoce.
  • Tratamento de problemas de pele:
    Suas ações anti-inflamatórias e cicatrizantes auxiliam em condições como eczema, micose, dermatite, psoríase, feridas, úlceras, picadas de insetos e irritações.
    Ele também tem potencial antibacteriano, antifúngico e antiviral.
  • Repelente natural de insetos:
    Um dos usos mais tradicionais: o óleo afasta mosquitos e outros insetos (inclusive transmissores de doenças como dengue).
    Pode ser aplicado diretamente na pele ou usado em formulações.
  • Alívio de dores musculares e articulares:
    Usado em massagens, ajuda a reduzir inflamações, inchaços, contusões, dores reumáticas, artrite e distensões musculares, graças às propriedades anti-inflamatórias e analgésicas.
  • Cuidados com os cabelos:
    Aplicado no couro cabeludo ou nas pontas, hidrata os fios, reduz o volume/frizz, fortalece, equilibra a oleosidade e pode ajudar em casos de caspa ou seborreia.
    Deixa os cabelos mais brilhantes e saudáveis.

Outros usos mencionados na medicina popular incluem aceleração da cicatrização, ação calmante em irritações e até aplicações em cosméticos (cremes, sabonetes, óleos corporais e shampoos).

Como usar (geralmente tópico)

– Na pele:
Aplique puro ou misturado em cremes/hidratantes, massageando suavemente. Ideal após banho ou como óleo de massagem.

– Nos cabelos:
Coloque algumas gotas no couro cabeludo ou pontas, deixe agir por alguns minutos e lave.

– Como repelente:
Passe diretamente nas áreas expostas.

Atenção importante:

– Faça um teste de alergia antes de usar (aplique em uma pequena área da pele).

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Ivermectina para Parkinson e Alzheimer e alternativas naturais

Parkinson

  • Os pacientes que receberam altas doses de ivermectina (60-72 mg) apresentaram melhorias significativas na mobilidade e nos sintomas.
  • Uma mulher, que mal conseguia se mover com a medicação padrão, voltou a jogar golfe após semanas de tratamento, algo que não fazia há anos.
  • Múltiplos casos de reversão dos sintomas, em que tremores, rigidez e enrijecimento melhoraram significativamente.

A ivermectina pode desempenhar um papel fundamental no tratamento da doença de Parkinson?

Dois artigos revisados ​​por pares — um de Warnecke et al . (2020) e outro de Wadsworth et al . (2024) — juntamente com uma tese de doutorado de 2021 de Dongwook Wi, sugerem fortemente que sim. Todas essas pesquisas surgiram nos últimos três anos.

2020 Warnecke e outros:

O presente estudo constatou que a ivermectina alterou significativamente o comportamento de rotação em camundongos machos e fêmeas, utilizando um modelo de camundongo com depleção de dopamina, demonstrando diferenças significativas entre os sexos. Esses achados sugerem o potencial da ivermectina como uma das principais candidatas para uso como uma nova terapia adjuvante em combinação com L-DOPA para pacientes com doença de Parkinson.

Tese de doutorado de Dongwook Wi, 2021:

“Neste estudo, foi apresentada a aplicação potencial da ivermectina (IVM) em conjunto com L-DOPA para pacientes com doença de Parkinson (DP) como uma nova terapia. Ao demonstrar a eficácia da IVM em dois modelos animais de DP, incluindo MPTP e 6-OHDA, o papel da IVM na modulação de comportamentos mediados pela dopamina na DP sugere uma nova terapia potencial para doenças neurodegenerativas no futuro.”

2024 Wadsworth e outros:

É importante ressaltar que, quando a ivermectina foi administrada concomitantemente com levodopa (L-DOPA), houve uma liberação de dopamina (DA) maior do que com a L-DOPA isoladamente. A ivermectina, por si só, aumenta a liberação de DA no sistema de drenagem linfática (SD) por meio de mecanismos colinérgicos, o que poderia potencialmente beneficiar indivíduos com disfunção no circuito dopaminérgico, incluindo aqueles com doença de Parkinson, transtornos de humor ou transtorno de déficit de atenção.

A ivermectina pode desempenhar um papel fundamental no tratamento de doenças neurológicas?

Três artigos pré-clínicos revisados ​​por pares (abaixo) sugerem que sim.

1. Efeitos anti-inflamatórios

Um estudo de 2023 publicado na revista Inflammation demonstrou que a ivermectina atenua os danos neuroinflamatórios em um modelo murino de encefalomielite autoimune experimental. O composto reduziu citocinas pró-inflamatórias como IL-17A e IFN-γ e promoveu a atividade de células T reguladoras ( Springer, 2023 ). Esses mecanismos são relevantes para a doença de Alzheimer, na qual a ativação da microglia e a desregulação de citocinas contribuem para a degeneração neuronal.

2. Modulação sináptica e neurotransmissão inibitória

A ivermectina potencializa os canais de cloreto ativados por glutamato (GluClRs), aumentando as correntes pós-sinápticas inibitórias. Um estudo de 2019 publicado na PLOS Pathogens descobriu que a ivermectina aumentou as correntes inibitórias tônicas e prolongou a inibição sináptica, possivelmente restaurando o equilíbrio em circuitos neuronais afetados pela neurodegeneração ( PMC6368337 ).

3. Um estudo publicado em 2024 na revista Cell & Bioscience relatou que a ivermectina aumentou a atividade dos interneurônios colinérgicos estriatais, potencializando assim a liberação de dopamina por meio da modulação dos receptores nicotínicos ( PMC11025261 ). Considerando que os déficits colinérgicos estão na base de muitos sintomas cognitivos da doença de Alzheimer, o aumento colinérgico indireto promovido pela ivermectina poderia complementar as terapias convencionais.

Suplementos naturais para prevenir e reverter o Alzheimer e a demência.

Abaixo, compilamos uma lista e categorizamos os itens com links de referência. Observe que esta lista não é exaustiva.

Metodologia: A seleção ou pré-seleção da lista a seguir baseia-se nas evidências científicas disponíveis, obtidas em bases de dados científicas como o PubMed e em mecanismos de busca científica como o Google Acadêmico.

  • Vitamina D3
  • Ácidos graxos ômega-3
  • Vitaminas do complexo B
  • Magnésio
  • Ginseng
  • Ginko Biloba
  • Melatonina
  • Chá Verde (EGCG)
  • Quercetina
  • Creatina
  • Óleo de coco
  • Luteína (carotenoides)
  • Selênio
  • Zinco
  • Citicolina
  • TMG e Betaína
  • Ativadores Metabólicos Combinados (NR, NAC, L-Carnitina e L-Serina)
  • Prebióticos e probióticos
  • NAC (N-acetilcisteína)
  • Colina
  • Cúrcuma (Curcumina)
  • Ancião
  • Juba de Leão (Hericium erinaceus)
  • Reishi (Ganoderma lucidum)
  • Ergotioneína
  • Withania somnifera, ashwagandha, ginseng indiano
  • Azul de metileno
  • CDS – Dióxido de Cloro
  • DMSO – Dimetilsulfóxido

Fonte: https://cienciaysaludnatural.com/ivermectina-para-parkinson-y-alzheimer-y-alternativas-naturales/

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Estatinas

“40 anos atrás, um nível de colesterol de 300 era perfeitamente normal e continua sendo perfeitamente normal hoje.”
Barbara O’Neill

“Agora nos dizem que não podemos ultrapassar 190″… Toda vez que eles abaixam os números, milhões de pessoas a mais ‘precisam’ de medicamentos estatina.

Isso não é saúde, isso é uma estratégia de lucro.

93 milhões de americanos estão atualmente tomando medicamentos estatina, gerando para a indústria farmacêutica um lucro anual de 22 bilhões de dólares.

A partir de 2025, as estatinas agora atingiram todas as faixas etárias; a FDA aprovou a terapia com medicamentos estatina para crianças a partir de 8 anos.

O objetivo do famoso Estudo do Coração de Framingham era provar que o colesterol causa doenças cardíacas. O estudo falhou miseravelmente… na verdade, provou o oposto.

Os resultados do estudo mostram que, quando o colesterol é reduzido… a mortalidade AUMENTA. No acompanhamento de 30 anos publicado em 1987, os autores relataram que ‘para cada queda de 1 mg/dl no colesterol total por ano, houve um aumento de 11% na mortalidade coronariana e total’.

O renomado lipidologista Dr. Uffe Ravnskov, na maior revisão sistemática de 19 estudos de coorte incluindo mais de 68.000 pessoas (>60 anos de idade), descobriu que aqueles com os níveis mais altos de LDL-C viveram mais tempo. Quanto maior o seu LDL, mais tempo você vive.

Dr. Ravnskov afirmou: “O tratamento com estatina é uma doença mitocondrial iatrogênica… uma morte causada pelo médico.”

“Os médicos quebraram seu juramento de ‘primeiro, não causar dano’ ao prescrever estatinas mortais que reduzem o colesterol e causam Doença de Parkinson, Alzheimer, Fadiga Crônica, Cardiomiopatia, Diabetes, Fibromialgia, Doença Renal, Insuficiência Cardíaca, Esclerose Múltipla, Epilepsia e muito mais.”

O colesterol é o bloco de construção de todas as membranas celulares e reduzi-lo prejudica todas as células do corpo. Não há benefícios em tomar uma estatina que reduz o colesterol.

O cérebro deve ser rico em gordura e colesterol para uma capacidade cognitiva ideal e proteção contra doenças neurodegenerativas.

As estatinas cruzam a barreira hematoencefálica e impedem o cérebro de ter suas proporções ideais de 60% de gordura e 25% de colesterol.

As estatinas causam uma multidão de efeitos colaterais que resultarão em uma baixa qualidade de vida. As estatinas não reduzem Doenças Cardiovasculares, Acidente Vascular Cerebral, Infarto do Miocárdio ou Mortalidade.

Os Medicamentos Estatinas Causam as Seguintes Condições Crônicas…
Afasia
Demência
Doença de Alzheimer
Câncer
Pancreatite
Doença de Parkinson
Rasgamento e Dor Muscular
Fadiga e Fraqueza
Neuropatia
Deficiência Hormonal
Dano Cerebral
EM Esclerose Múltipla
Depressão e Suicidalidade
Dano Hepático
Diabetes Tipo 2 de Início Recente
Insuficiência Cardíaca
Vertigem
Comprometimento Cognitivo
ELA (Doença de Lou Gehrig)

👇Quanto Maior o Seu LDL, Mais Tempo Você Vive👇

https://meddocsonline.org/annals-of-epidemiology-and-public-health/the-LDL-paradox-higher-LDL-cholesterol-is-associated-with-greater-longevity.pdf

Colesterol Alto Previne Aterosclerose👇

https://academic.oup.com/qjmed/article-resumo/96/12/927/1533176?redirectedFrom=fulltext&login=false

👇Estatinas Prolongam a Vida Apenas 3,2 Dias👇

https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26408281/

Palestrante: Barbara O’Neill, Nutricionista Naturopata

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Ivermectina, Fenbendazol, Mebendazol

Muitos pacientes têm dúvidas e se questionado sobre a necessidade de usar ivermectina, fenbendazol e mebendazol simultaneamente. Isso esclarecerá a situação para você. Cada uma dessas substâncias atua por mecanismos distintos e atua no câncer de maneiras únicas.

Ivermectina, Fenbendazol, Mebendazol

Ivermectina vs. Fenbendazol vs. Mebendazol: 12 poderosos mecanismos anticancerígenos que cada um usa para atacar tumores

Esses medicamentos reaproveitados foram originalmente projetados para combater parasitas — mas pesquisas e uso prático demonstraram que eles fazem muito mais do que isso. Cada um deles ataca o câncer em múltiplas frentes biológicas, ajudando a interromper o crescimento tumoral, matar células cancerígenas de fome, fortalecer o sistema imunológico e muito mais.

Veja aqui uma análise de como cada um funciona:

IVERMECTINA – 12 Ações Anticâncer Conhecidas

1. Inibe a via WNT/β-catenina – interrompe a proliferação de células cancerígenas
2. Induz apoptose – desencadeia a morte programada das células cancerígenas
3. Bloqueia as proteínas de transporte da importina α/β – previne a replicação das células cancerígenas
4. Inibe a enzima PAK1 – reduz a inflamação e a progressão do tumor
5. Antiangiogênico – impede a formação de novos vasos sanguíneos em tumores
6. Modulador do sistema imunológico – aumenta o reconhecimento de células cancerígenas
7. Disruptor da autofagia – interfere nas estratégias de sobrevivência das células cancerígenas
8. Tem como alvo as células-tronco do glioblastoma – eficaz em cânceres cerebrais
9. Inibe a respiração mitocondrial – corta o fornecimento de energia aos tumores
10. Interrompe a sinalização do mTOR – retarda o crescimento celular
11. Supera a resistência à quimioterapia – torna a quimioterapia mais eficaz
12. Propriedades antivirais – potencialmente úteis para cânceres relacionados a vírus (como o HPV)

FENBENDAZOL – 12 Ações Anticâncer Conhecidas

1. Ruptura dos microtúbulos – impede a divisão das células cancerígenas
2. Inibe a captação de glicose – priva as células cancerígenas de energia
3. Ativa o gene supressor de tumor p53 – ajuda a matar células danificadas
4. Desencadeia a apoptose (morte celular) – particularmente no câncer de pulmão, cólon e próstata
5. Inibe a metástase – previne a propagação do câncer
6. Aumenta o estresse oxidativo nas células cancerígenas – torna-as mais vulneráveis
7. Modulador imunológico – pode ajudar o sistema imunológico a atingir tumores
8. Bloqueia a angiogênese – impede que os tumores criem suprimento sanguíneo
9. Esgota a glutationa nos tumores – enfraquece sua defesa
10. Suprime a via de sinalização AKT – envolvida na sobrevivência celular
11. Restaura a regulação normal do ciclo celular – previne o crescimento descontrolado
12. Sinérgico com outros agentes naturais (por exemplo, CBD, curcumina, vitamina D)

MEBENDAZOL – 12 Ação anticancerígena conhecida

1. Desestabilização dos microtúbulos – semelhante ao fenbendazol
2. Inibe a angiogênese e bloqueia o crescimento de novos vasos sanguíneos
3. Desencadeia a apoptose – causa a morte das células cancerígenas
4. Inibe a sinalização do VEGF – bloqueia os sinais de suprimento sanguíneo do tumor
5. Atravessa a barreira hematoencefálica – útil para cânceres cerebrais
6. Ativa as enzimas caspase-3/7 – envolvidas na morte celular programada
7. Reduz a expressão do oncogene MYC – retarda o crescimento do tumor
8. Inibe a proteína Bcl-2 – reduz a sobrevivência das células cancerígenas
9. Antimetastático – reduz a propagação do câncer
10. Interrompe a função mitocondrial – a produção de energia nas células tumorais falha
11. Melhora a sensibilidade à quimioterapia – ajuda os tratamentos padrão a funcionarem melhor
12. Baixa toxicidade + longo histórico de segurança – usado em humanos há décadas

Cada um desses medicamentos tem como alvo o câncer por meio de diferentes vias biológicas.

dose de ivermectina
Protocolo suplementar para suporte ao organismo

Referência aqui

https://x.com/JoeTippen/status/1975209685381689750

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Aines

Aines comprimidos, cápsulas

IBUPROFENO é perigoso para todos. Ninguém deveria tomá-lo. É tóxico para crianças e adultos

Dr. Alberico Sessa, MD

Mesmo em doses regulares, os analgésicos AINEs prejudicam os rins, o estômago, o coração, os ossos e os tendões.
O ibuprofeno é tão prejudicial quanto o paracetamol. O ibuprofeno, como todos os AINEs, é um anti-inflamatório não esteroidal (AINE) derivado de produtos de petróleo bruto, como o isobutilbenzeno.

AINEs de venda livre (OTC):

  • Ibuprofeno (Advil, Motrin)
  • Naproxeno (Aleve, Naprosyn)
  • Cetoprofeno (Orudis)
  • Ácido meclofenâmico (Ponstel)
  • Oxaprozina (Daypro)

AINEs somente com receita médica:

  • Celecoxibe (Celebrex)
  • Diclofenaco (Voltaren, Cambia)
  • Etodolac (Lodine)
  • Indometacina (Indocin)
  • Cetorolaco (Toradol)
  • Meloxicam (Mobic)
  • Nabumetona (Relafen)
  • Piroxicam (Feldene)
  • Sulindaco (Clinoril)

Os malefícios do ibuprofeno e de todos os AINEs residem em seu modo de ação que inibe as enzimas COX:

Nocivo para os rins

As enzimas COX bloqueadas pelo uso de AINEs causam danos renais agudos ao reduzir a produção de prostaglandinas, o que reduz o fluxo sanguíneo para os rins. Isso leva à lesão renal aguda (LRA), doença renal crônica (DRC), edema, hipertensão, hipercalemia e síndrome nefrótica.

Nocivo ao estômago

Em nível sistêmico, o uso de AINEs compromete a barreira intestinal, reduzindo as prostaglandinas protetoras da mucosa, aumentando a permeabilidade intestinal e desencadeando inflamação. Os AINEs eliminam a delicada barreira endotelial, resultando em úlceras, intestino permeável e doenças inflamatórias intestinais (DII).

Nocivo ao coração

O FDA dos EUA tem um aviso de “caixa preta” sobre AINEs desde 2015 para alertar os consumidores sobre o aumento do risco de ataque cardíaco e derrame. Os AINEs danificam as células cardíacas atacando as mitocôndrias (o que reduz a produção de energia), aumentando o estresse celular e causando um acúmulo tóxico de proteínas.

Nocivo aos ossos

Os AINEs interrompem a função dos osteoblastos e osteoclastos, enfraquecendo a cicatrização e a regeneração óssea. Isso impede a cicatrização completa do osso fraturado, resultando em dor óssea e aumento do risco de fraturas futuras.

Nocivo para tendões e articulações

Os AINEs bloqueiam as enzimas COX, responsáveis ​​pela produção de colágeno, um componente essencial para o reparo de articulações, ligamentos e tendões.

Alternativas seguras aos analgésicos AINEs:

Use remédios naturais para febre e dor, usados ​​há séculos. Mergulhar em um banho morno e usar panos umedecidos com um pouco de álcool isopropílico alivia a febre. Ervas como arnica e açafrão aliviam a dor sem efeitos colaterais ou danos aos órgãos internos.

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Taurina

Sobre o aminoácido Taurina

A taurina é um aminoácido sulfurado, presente em diversos tecidos do corpo humano, como músculos, cérebro, coração e retina. Diferentemente dos aminoácidos proteinogênicos, a taurina não é incorporada diretamente na síntese de proteínas, mas desempenha funções fisiológicas essenciais. É considerada um aminoácido condicionalmente essencial, o que significa que, embora o corpo humano possa sintetizá-la a partir de outros aminoácidos (como cisteína e metionina), em certas condições (como em recém-nascidos, idosos ou em casos de estresse metabólico), a suplementação pode ser necessária.

Funções da Taurina

  1. Regulação Osmótica: A taurina ajuda a manter o equilíbrio de fluidos nas células, atuando como um osmorregulador.
  2. Função Cardiovascular: Contribui para a saúde do coração, regulando a contratilidade cardíaca e protegendo contra danos oxidativos.
  3. Sistema Nervoso: Atua como neuromodulador, influenciando a função cerebral e protegendo neurônios contra excitotoxicidade.
  4. Saúde Ocular: É essencial para a função da retina, ajudando a prevenir degeneração macular e outros problemas visuais.
  5. Antioxidante: Neutraliza radicais livres, reduzindo o estresse oxidativo.
  6. Metabolismo Energético: Está presente em altas concentrações nos músculos esqueléticos, onde auxilia na regulação do cálcio e na produção de energia.

Fontes de Taurina

A taurina é encontrada principalmente em alimentos de origem animal, como:

  1. Carnes (especialmente carne bovina e frango);
  2. Peixes (como salmão e atum);
  3. Frutos do mar (ostras e mariscos);
  4. Laticínios.

Vegetais contêm quantidades insignificantes de taurina, o que pode tornar veganos e vegetarianos mais suscetíveis à deficiência, embora o corpo humano consiga sintetizá-la em quantidades suficientes na maioria dos casos.

Suplementação

A taurina é comumente encontrada em bebidas energéticas e suplementos, frequentemente associada à melhora do desempenho físico e mental.

Estudos sugerem que a suplementação pode beneficiar:

  1. Atletas, por melhorar a resistência e reduzir a fadiga muscular;
  2. Indivíduos com insuficiência cardíaca, ao melhorar a função cardiovascular;
  3. Pessoas com diabetes, por sua ação na sensibilidade à insulina.

Considerações

A taurina é geralmente segura em doses moderadas, com poucos efeitos colaterais relatados. No entanto, doses excessivas (acima de 3-6 g/dia) podem causar efeitos adversos, como náuseas ou tonturas. Pessoas com condições médicas específicas devem consultar um profissional de saúde antes de iniciar a suplementação.

Em resumo, a taurina é um aminoácido versátil com papéis cruciais na saúde humana, sendo obtida tanto por fontes alimentares quanto pela síntese endógena. Sua relevância abrange desde a proteção celular até a melhora da performance física, tornando-a um composto de grande interesse científico e nutricional.

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Melatonina

A melatonina é uma molécula antiga que pode ser rastreada até a origem da vida.
É um hormônio que existe em todos os organismos vivos, incluindo bactérias, leveduras, fungos, animais e plantas, e é mais amplamente conhecido por regular o sono e modular os ritmos circadianos;
E, evidências crescentes indicam que a melatonina também pode ser o antioxidante lipofílico mais potente que se tem conhecimento.

Nas plantas, a melatonina funciona na redução do estresse oxidativo, bem como promoção da germinação e crescimento das sementes, melhorando a resistência, estimulando o sistema imunológico, modulando ritmos circadianos e controlando fechamento dos poros “respiratórios” nas folhas.
Em animais e humanos, além de regular o sono, mostrou aumentar a imunidade; atuar como antioxidante; anti-inflamatório; suprimir o crescimento do câncer; têm propriedades antipatogênicas; ajuda na fertilidade; têm propriedades neuroprotetoras e podem até prevenir o envelhecimento.

A nível celular, a melatonina é produzida, absorvida e concentrada nas mitocôndrias. As mitocôndrias também são a principal fonte de espécies reativas de oxigênio, que é um subproduto da produção de energia mitocondrial.

A glândula pineal foi descrita como a “Sede da Alma” por René Descartes e é comumente referida como o “terceiro olho” em muitas tradições espirituais.

Répteis, aves e alguns peixes têm uma área de células sensíveis à luz geralmente no topo de suas cabeças chamada terceiro olho parietal que produz melatonina.
A principal função da glândula pineal é receber informações sobre o estado do ciclo claro-escuro do ambiente e transmitir essas informações através da produção e secreção de melatonina.

A produção de melatonina não é exclusiva da glândula pineal, no entanto.
Há evidências de que a melatonina pode ser sintetizada em outros locais do corpo, incluindo a pele, trato gastrointestinal, retina, medula óssea, placenta e sistema imunológico.
No que diz respeito ao nosso ciclo sono-vigília, a secreção de melatonina atinge um pico máximo entre 2:00 e 4:00 da manhã e, em seguida, diminui gradualmente com a exposição à luz brilhante matinal.
Brilho excessivo pouco antes de dormir, ser submetido a situações estressantes ou trabalho em turnos, e submeter-se a mudanças de fusos horários pode interromper a produção de melatonina.

Tablet e smartphone

Em um estudo, duas horas de uso contínuo de um tablet ou smartphone à noite reduziram a produção de melatonina em 22% em indivíduos de 20 anos, resultando em pior duração e qualidade do sono.

Além de ser resultado da interrupção do sono, a secreção alterada de melatonina tem sido associada à redução significativa da eficiência e continuidade do sono típica de idosos.

Envelhecimento e Melatonina

Alguns estudos até sugerem que o envelhecimento é, na verdade, uma síndrome resultante da deficiência de melatonina.
Melatonina é atualmente apenas prescrito como um medicamento ou usado como um suplemento para tratar a insônia e / ou regular fuso horário.

O papel da melatonina e da serotonina no envelhecimento

A melatonina e a serotonina são neurotransmissores e hormônios que exercem funções complementares no organismo, influenciando diretamente processos associados ao envelhecimento. A serotonina, conhecida como o “hormônio da felicidade”, é um neurotransmissor sintetizado a partir do aminoácido triptofano, principalmente no cérebro e no sistema gastrointestinal. Ela regula o humor, o sono, o apetite e funções cognitivas. Já a melatonina, derivada da serotonina, é produzida pela glândula pineal e desempenha um papel central na regulação do ritmo circadiano, promovendo o sono e atuando como um potente antioxidante.

Melatonina

A melatonina é frequentemente associada ao envelhecimento devido à sua capacidade de neutralizar o estresse oxidativo, um fator chave no processo de envelhecimento celular. O estresse oxidativo ocorre pelo acúmulo de radicais livres, que danificam moléculas como DNA, proteínas e lipídios. A melatonina, por ser um antioxidante solúvel em água e lipídios, protege as células contra esses danos, reduzindo a inflamação e a apoptose. Além disso, ela estimula a produção de enzimas antioxidantes, como superóxido dismutase e glutationa peroxidase.

Com o avanço da idade, a produção de melatonina pela glândula pineal diminui significativamente, o que pode levar a distúrbios do sono, desregulação do ritmo circadiano e maior suscetibilidade a doenças relacionadas ao envelhecimento, como neurodegeneração, doenças cardiovasculares e câncer. Estudos sugerem que a suplementação de melatonina em idosos pode melhorar a qualidade do sono, reduzir o impacto do estresse oxidativo e até retardar alguns aspectos do envelhecimento, embora os efeitos a longo prazo ainda sejam objeto de pesquisa.

Serotonina e Envelhecimento

A serotonina, por sua vez, está envolvida na manutenção da saúde mental e emocional, que são fundamentais para um envelhecimento saudável. Níveis reduzidos de serotonina estão associados a transtornos como depressão e ansiedade, condições que podem acelerar o declínio cognitivo e físico em idosos. A serotonina também influencia o sistema nervoso central e periférico, regulando funções como a neuroplasticidade e a resposta ao estresse.

Durante o envelhecimento, alterações no metabolismo do triptofano podem levar a uma diminuição na produção de serotonina, o que afeta o humor, o sono e a resiliência ao estresse. Além disso, a serotonina é um precursor da melatonina, de modo que a redução de seus níveis pode indiretamente comprometer a síntese de melatonina, exacerbando os problemas relacionados ao ritmo circadiano e à proteção antioxidante.

Interação e Implicações

A relação entre melatonina e serotonina é sinérgica. A serotonina é convertida em melatonina em resposta a estímulos ambientais, como a escuridão, e ambas atuam na regulação do ciclo sono-vigília, que é essencial para a reparação celular e a manutenção da saúde. No contexto do envelhecimento, a desregulação desses neurotransmissores pode levar a um ciclo vicioso: a redução de serotonina prejudica o humor e o sono, enquanto a queda de melatonina compromete a proteção antioxidante e a qualidade do sono, acelerando o envelhecimento.

A melatonina e a serotonina desempenham papéis complementares no combate aos efeitos do envelhecimento, influenciando desde a proteção celular até a saúde mental. Estratégias que promovam níveis adequados dessas substâncias, como uma dieta rica em triptofano, exposição controlada à luz, prática de exercícios físicos e, em alguns casos, suplementação de melatonina, podem contribuir para um envelhecimento mais saudável. Contudo, é essencial que intervenções sejam realizadas sob orientação médica, considerando os efeitos individuais e as interações com outros sistemas do organismo.

Mas devido às suas potentes capacidades antioxidantes (2x tão ativo quanto vit E; bom perfil de segurança e capacidade de atravessar livremente a célula, membranas nucleares e a BHE; Está parecendo promissor em ser capaz de ajudar com uma vasta gama de doenças.
A melatonina não é apenas ótima para limpar ROS, mas essas reações também levam à formação de outros metabólitos, que por sua vez exibem mais função antioxidante com um efeito consequentemente amplificado.
A ativação dos receptores de melatonina MT1 e MT2 também estimula a atividade de outras enzimas antioxidantes, e a melatonina ajuda a proteger essas enzimas de danos oxidativos também.

É uma molécula inteligente

A melatonina atua como antioxidante nas células normais, aumentando as enzimas de reparo do DNA, retardando assim a morte celular e a toxicidade induzida por rádio e quimioterapia; no entanto, na maioria das células cancerosas, exerce uma ação pró-oxidante estimulando a produção de ROS com consequente dano ao DNA e morte celular das células cancerosas.

Coração

Com relação ao coração, estudos em ratos mostraram que ela protege o coração através da fixação danos mitocondriais, reduzindo proteínas pró-inflamatórias prejudiciais ao coração, reduzindo cicatrizes cardíacas, pressão arterial, agregação plaquetária e catecolaminas circulantes reduzindo o número e a área de placas de ateroma, reduzindo a ocorrência de ritmos cardíacos anormais e reduzindo o dano ao tecido cardíaco após um ataque cardíaco.

  • A melatonina demonstrou proteger animais contra o AVC;
  • neutralizar o dano às células nervosas;
  • inibir a síntese de β amiloide e a formação de fibrilas;
  • inibir a produção de outras proteínas envolvidas com o declínio cognitivo;
  • alivia danos nos nervos na doença do príon e melhora a função cognitiva em ratos com doença de Alzheimer através da redução de danos mitocondriais.

Parkinson

Em um estudo daqueles com comprometimento cognitivo leve, a suplementação dietética de melatonina (0,15 mg/kg por 6 meses) aumentou várias áreas do cérebro, bem como reduziu as concentrações de proteínas patogênicas em comparação com um placebo.

Estudo em pacientes com doença de Parkinson, mostrou que a suplementação de melatonina melhorou significativamente os marcadores de condições e função mental, bem como melhorar as características inflamatórias juntamente com a resistência à insulina.

Distúrbios Ginecológicos

A melatonina tem efeitos positivos em distúrbios ginecológicos, como SOP, insuficiência ovariana prematura e inflamação ovariana.
Acredita-se que faz isso reduzindo a morte celular folicular devido à sua atividade anti-apoptótica (anti-morte celular).
Notavelmente, a ingestão de melatonina juntamente com mio-inositol foi mostrado para melhorar sinergicamente a qualidade do ovo e embrião, gravidez clínica, e taxas de implantação.

Testosterona

A melatonina também regula a fertilidade masculina, modulando a função endócrina das células de Leydig (fonte primária de Testosterona nos homens) e das células de Sertoli (importantes para produção de espermatozoides).
Baixas concentrações de melatonina têm causado redução no tamanho testicular.
A suplementação diária de 6mg de melatonina por 45 dias de tratamento em homens aumentou a capacidade antioxidante total urinária e seminal e, consequentemente, reduziu os danos oxidativos causados no DNA espermático.

Imunidade

A melatonina também desempenha papel importante em vários distúrbios imunológicos, infecções, autoimunidade e senescência imunológica; além disso, evidências emergentes estão mostrando que o sistema imunológico não é afetado apenas pela melatonina, mas é capaz de produzir o hormônio também.
A melatonina mostrou a capacidade de influenciar a diferenciação e o tráfego de células imunes, ativar linfócitos Th1, aumentar a atividade NK, modular o microbioma intestinal, agir como um agente antiviral e antibacteriano e reduzir os danos causados por patógenos.

Covid

Em pacientes com COVID-19, a melatonina parece promissora.
Por exemplo, em uma série de casos de 10 pacientes com pneumonia COVID-19, a suplementação de melatonina foi associada a uma redução na hospitalização, mortalidade e ventilação.
Outro estudo mostrou que a adição de melatonina pode ter ajudado a reduzir a trombose, sepse e mortalidade em pacientes com COVID-19.

Antioxidante

A melatonina também trabalha lado a lado com outros antioxidantes, como fisetin e vitamina C. E também ajuda a impedir que outros antioxidantes, como a vitamina C, se transformem em pró-oxidantes, além de reduzir a toxicidade de medicamentos nocivos.
A melatonina, apresentada como a “Cornucópia do século 21” por um conjunto de pesquisadores, pode ser a ferramenta mais poderosa que temos contra COVID-19, COVID longa e lesões relacionadas a agentes de mRNA.